quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Stanley Kubrick - Dr. Strangelove (1964)


Mas, precisamente, senhor Presidente, não só é possível, é essencial. Essa é a idéia exata dessa máquina. Intimidação é a arte de produzir no inimigo o medo de atacar. E assim, graças ao processo decisório automatizado e irrevogável que exclui a interferência humana, a Máquina do Juízo Final é aterradora, simples de entender e completamente confiável e convincente.


Às vezes me pergunto se não há mesmo no mundo uma Máquina do Juízo Final. Se Kubrick é capaz de idealizá-la para um filme, porque algum Dr. Strangelove da atualidade não poderia se incumbir da missão de construí-la?

Um comentário:

Ana Clara disse...

Esse é o tipo de filme que você tem que assistir umas 10 vezes, para entender as mensagens subliminares e se assustar com a capacidade do homem.

Sem contar com o Peter Sellers e, claro, a incrível direção do sempre brilhante Kubrick.

Ui!

Amo!